O que o deixa chateado é ver alguns jovens, hoje em dia, sem força de vontade, talvez até pela falta de perspectiva, ele não enxerga o jovem cabisbaixo, sem entusiasmo pela vida.
Identifica-se com a disciplina, sempre se envolveu com o esporte, sempre gostou de praticar esporte, já foi árbitro de basquetebol, e já “apitou” campeonatos, e por isso escolheu essa profissão quando teve oportunidade.
Para ele, o importante é participar, fazer amigos. É bom vencer, mas não o mais importante. Considera-se um vencedor na profissão, na família e com os amigos que tem.
Para ser um vencedor na vida, é necessário trabalhar e ter muita dedicação e jamais desistir do objetivo que quer alcançar.
Confira a entrevista no vídeo abaixo.










